segunda-feira, 23 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
O INTERNETÊS NA LINGUAGEM E NAS TECNOLOGIAS
O INTERNETÊS NA LINGUEM E NAS TECNOLOGIAS
Trata-se dos tempos modernos, da mudança da escola e da atuação do professor,trata-se de uma nova cultura educacional. A escola vai enfrentar cidadãos com autonomia com capacidade de trabalhar em equipe, tomar decisões, comunicar-se com desenvoltura, ser criativo, formular e resolver problemas, com muita atitude como eles dizem.
A linguagem é simplesmente massacrada, não só a escrita mas a linguagem falada também . Recentemente assisti a uma entrevista com um cantar de Rapp, onde ele não entendia, não sabia o significado das palavras, ele só falava gírias, porque eles tem um vocabulário próprio. A escola deve pensar em renovar os métodos e recursos didaticos, pensar em como trazer esses jovens para a realidade da escola, tentar de alguma forma mudar comportamentos.
Os jovens são muito rebeldes, o que cahmam de atitudes, eles se impõe, eles nos enfrentam. Que tal começarem pela volta do civismo na escola? cadê o repeito pelos simbolos da pátria? tá na hora deles aprenderem a respeitar as pessoas, principalmente o professor em sala de aula pelo menos, a mudança deveria iniciar lá na raiz da família devido a sua complexidade.
No nosso curso temos vários colegas que estão a muito tempo e sala de aula, detectaram que o problema está no despreparo do professor, mas a questão é o professor e a escola, será que não está faltando comprometimento desses professores? um maior interesse, mais envolvimento com o aluno, deixar a acomodação do planejamento no caderno, o ensino de cima pra baixo como mostra a tabela do texto, o aluno é um recptor passivo.Tem muito professor usando o internetês, quem sabe a mudança começa ai, uma nova reforma ortográfica.Deveria haver uma mudança da escola, a escola mergulhar fundo nas tecnologias, forçar o professor de alguma forma se qualificar melhor, já que eles mesmos estão se dizendo despreparados, eles são os organizadores e motivadores de aprendizagem, eles são a parte principal da mudança.
O internetês funciona como uma proteção entre as comunidades dos jovens, só eles se entenden, existem palavras no vocabulário deles que tem mais caractere do que se fosse escrita com a grafia correta.
O fato é complexo, além de um esculacho para a lingua portuguesa é uma afronta também no visual, da maioria deles tatuagens,pirses,cabelo, roupas extravagantes,etc., "tudo é questão de atitude. Um jovem com esse comportamento se prepara para que? vai trabalhar onde? não sabe falar, o que ouve não entende e o pior não sabe escrver, fazer um curriculum nem pensar.
A escola deve acolher esses alunos conquistá-los, o que não é tarefa fácil,fazer com que eles tenham confiança, porque são arredíos,pedir sugestão de temas a serem desenvolvidos em sala digital, trabalhar em conjunto as disciplinas português e matemática ou matemática e física ou outras, mas cobrar grafia correta e estruturação dos trabalhos e acabar com os famosos facilitadores de aprovovação no final de ano conselhão e outros.
Pólo Cruz Alta
Tecnologia da informação e comunicação aplicada a educação
Vèra Lúcia Gomes de Carvalho
Gislaine Câmara Gregório
Elis Angela dos Santos Rodrigues
Trata-se dos tempos modernos, da mudança da escola e da atuação do professor,trata-se de uma nova cultura educacional. A escola vai enfrentar cidadãos com autonomia com capacidade de trabalhar em equipe, tomar decisões, comunicar-se com desenvoltura, ser criativo, formular e resolver problemas, com muita atitude como eles dizem.
A linguagem é simplesmente massacrada, não só a escrita mas a linguagem falada também . Recentemente assisti a uma entrevista com um cantar de Rapp, onde ele não entendia, não sabia o significado das palavras, ele só falava gírias, porque eles tem um vocabulário próprio. A escola deve pensar em renovar os métodos e recursos didaticos, pensar em como trazer esses jovens para a realidade da escola, tentar de alguma forma mudar comportamentos.
Os jovens são muito rebeldes, o que cahmam de atitudes, eles se impõe, eles nos enfrentam. Que tal começarem pela volta do civismo na escola? cadê o repeito pelos simbolos da pátria? tá na hora deles aprenderem a respeitar as pessoas, principalmente o professor em sala de aula pelo menos, a mudança deveria iniciar lá na raiz da família devido a sua complexidade.
No nosso curso temos vários colegas que estão a muito tempo e sala de aula, detectaram que o problema está no despreparo do professor, mas a questão é o professor e a escola, será que não está faltando comprometimento desses professores? um maior interesse, mais envolvimento com o aluno, deixar a acomodação do planejamento no caderno, o ensino de cima pra baixo como mostra a tabela do texto, o aluno é um recptor passivo.Tem muito professor usando o internetês, quem sabe a mudança começa ai, uma nova reforma ortográfica.Deveria haver uma mudança da escola, a escola mergulhar fundo nas tecnologias, forçar o professor de alguma forma se qualificar melhor, já que eles mesmos estão se dizendo despreparados, eles são os organizadores e motivadores de aprendizagem, eles são a parte principal da mudança.
O internetês funciona como uma proteção entre as comunidades dos jovens, só eles se entenden, existem palavras no vocabulário deles que tem mais caractere do que se fosse escrita com a grafia correta.
O fato é complexo, além de um esculacho para a lingua portuguesa é uma afronta também no visual, da maioria deles tatuagens,pirses,cabelo, roupas extravagantes,etc., "tudo é questão de atitude. Um jovem com esse comportamento se prepara para que? vai trabalhar onde? não sabe falar, o que ouve não entende e o pior não sabe escrver, fazer um curriculum nem pensar.
A escola deve acolher esses alunos conquistá-los, o que não é tarefa fácil,fazer com que eles tenham confiança, porque são arredíos,pedir sugestão de temas a serem desenvolvidos em sala digital, trabalhar em conjunto as disciplinas português e matemática ou matemática e física ou outras, mas cobrar grafia correta e estruturação dos trabalhos e acabar com os famosos facilitadores de aprovovação no final de ano conselhão e outros.
Pólo Cruz Alta
Tecnologia da informação e comunicação aplicada a educação
Vèra Lúcia Gomes de Carvalho
Gislaine Câmara Gregório
Elis Angela dos Santos Rodrigues
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